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quarta-feira, outubro 12, 2016

Já podemos ficar por debaixo da Ponte. Vai ser chic







Vai ser o novo Museu Berardo. Ainda em construção / restauração, mas já chama muito a atenção. 
 Fica por baixo da ponte 25 de abril, ver fotos, e chama-se Por baixo da Ponte, ou melhor, Under the Bridge. Conheceis:) ?

Rua da Junqueira, mesmo por baixo da ponte.

Nem seria mau se um museu sediado em Lisboa tivesse um nome português, por exemplo:
Por Debaixo da Ponte

domingo, abril 03, 2016

Zaha Hadid













De repente, os habitantes do Facebook e das outras redes sociais foram deslumbrados por imagens feéricas de edifícios de que nunca tinham ouvido falar nem tinham visto. Também nunca tinham ouvido falar da sua autora, a arquiteta de origem iraquiana Zaha Hadid.

Imaginamos que os contos de fadas do futuro tenham como cenário edifícios como estes, até porque a arquiteta terá feito escola, entretanto.
No meio de tudo isto há "apenas" um fator triste: esta artista é notícia agora porque morreu agora.

Para além das construções arquitectónicas, era designer, também de jóias, sapatos e elementos decorativos.

Ficamos com a impressão de que gostaríamos de a ter conhecido, pois, a esta inundação de imagens, seguir-se-ia, necessariamente, uma inundação de entrevistas. Grandes, pequenas, profundas, ligeiras light... Chamam a atenção os olhos: olhos que viram muito, olhos que veem algo que ainda não existe, como os de todos os artistas. E força: a força de trabalhar com elementos duros e pesados, transformando-os em matéria dúctil, em matéria plástica.
Que pena ! 
Mas, se até cansa ver tantas imagens estranhas e deslumbrantes, como não a teria cansado tanta criatividade luxuriante e extravagante?

Que repouse em paz! RIP.

terça-feira, março 24, 2015

Le Chat du Rabin: o Gato do Rabino




Este filme resulta de uma banda desenhada, O Gato do Rabino .

Muito interessante, alia a animação de desenhos a uma atitude filosófica e mística judaica. 
Belos desenhos. 
Baseada no  facto deq ue o gato do rabino comeu um papagaio e portanto começou a falar e a  dizer oq ue pensava, incluindo que amava a dona, a filha do rabino.

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Exposição no Museu da Eletricidade: 7000 milhões de outros


A autor desta exposição de fotografia estava a fazer fotos para "A Terra Vista Do Espaço", exposição também muito conhecida, quando uma avaria de um avião o obrigou a ficar parado, em terra. Meteu conversa com um senhor e achou a conversa tão interessante, que decidiu filmar pessoas de diferentes países, respondendo a certas perguntas, de certa forma essenciais. 
Sobre o medo, sobre a família, sobre a espiritualidade...
Apresento aqui algumas imagens, da forma que me parece prioritária.
quanto às perguntas, difíceis, mas interessantes...


Tenho medo...
Tenho medo do meu marido.
Tenho medo que ele me espanque até à morte.





Família





7000 Milhões de outros






Por onde se conclui que as pessoas são diferentes, dependendo das circunstâncias.
Os medos dependem das circunstâncias, a felicidade não.
A alegria não.


As principais diferenças até parecem se: homem / mulher, pobreza / riqueza 

Exposição para ver, com tempo e disposição.





As perguntas principais





sábado, novembro 15, 2014

Conhece estes bonitinhos? Ver soluções



O quadro representa as pessoas que mudaram o curso da história. São 103, mas a inclusão de muitas delas é altamente discutível.

Já viu? Conseguiu identificar algum? Todos? Então agora veja as soluções :)


AQUI : É só passar o rato por cima e ver o nome. Clicando no nome, vai dar À Wikipedia.


VER também no Daily Telegraph



Obra criada pelos anteriormente pouco conhecidos artistas, chineses e de Taiwan, que nos dão a sua visão do mundo (são os 3 do lado direito, ao cimo, vestidos com roupas atuais, daí serem 103). 
Autores e pintura:

Dudu, Li Tiezi,  Zhang An.
Pintura a óleo: Discussing the Divine Comedy with Dante – 2006, 

domingo, outubro 05, 2014

A Arte de Mariana Gillot




Já aqui foi mencionada várias vezes a arte de Mariana Gillot.
Clicar em baixo, no nome, para encontrar outros posts sobre a artista.

domingo, outubro 06, 2013

Amoreiras: Open Day










Quem frequenta as Amoreiras assiduamente, nunca viu o que este fim de semana se pôde ver, no âmbito do Open Day. Visitas guiadas que levaram os visitantes ao cimo das torres, por exemplo.

E explicações. 

Integrando-se na Pop Art, como a arte de Warhol e outros, as torres conjugam elementos arquitetónicos modernos e antigos, como a Cruz de Santo André do Gótico, as colunas gregas ou as portas abobadadas. 

Numa inspiração medieval, as três principais estão dispostas do seguinte modo: duas de aros retangulares e quadrados, uma de cada lado de outra de formas arredondadas, simbolizando os guerreiros que protegem a dama. A dama é da altura dos cavaleiros e um nadinha mais avantajada  :)

Para poupar espaço e abrir perspetivas, não estão colocadas com as paredes paralelas, mas sim como se tivessem rodado sobre si, com as esquinas voltadas umas para as outras.

Também nos interiores foram feitas muitas inovações, atitudes que eram inéditas em Portugal. Para dar um exemplo:  os escriórios ocupam um piso totalmente em open space. São alugados e o inquilino pode mandar dividir esse espaço como preferir, mas, ao entregá-lo, deverá deixar tudo como estava. 

As cores interiores, que eram o cor-de-rosa e o azul, como no exterior, foram quase todas substituídas por beijes e outras cores mais suaves. Quando as Amoreiras foram fundadas, era um dos aspetos que mais chocava, o terem cores muito garridas.

É uma arquitetura que integra tudo, até mesmo os reflexos de tudo: sol, por do sol, luzes da cidade...

Há muito tempo queria fazer um post sobre as Amoreiras.

(Os dois guindastes que se vêem, pertencentes à torre da quarta imagem, entrada do Centro Comercial, servem para içar os lavadores das janelas).

quinta-feira, agosto 09, 2012

domingo, junho 24, 2012

Joana Vasconcelos


Foto de Luís Vasconcelos

Ao mesmo tempo que a seleção portuguesa ganha muitos jogos do Euro, Joana Vasconcelos é a primeira mulher e a/o artista mais jovem a expôr no Palácio de Versalhes, apesar da sua obra extravagante e feminista. Mas, ainda assim, popular, ao que parece.
Os sapatos feitos de tachos ficam bem nesta sala, a Sala dos Espelhos a sala do narcisismo e do luxo do corpo... :)

Então, o que é que está mal em Portugal? As pessoas não... 

Ver aqui artigo muito elogioso do crítico de arte francês Philippe Dagen, no jornal Le Monde, que também explica as obras e inclui algumas fotos.

Joana Vasconcelos, une femme un peu trop libre pour la cour du Roi-Soleil



As inúmeras porteiras (concierges) e empregadas de limpeza portuguesas que trabalham em Paris, algumas destas últimas, seguramente na Palácio de Versailles, poderão agora identificar-se com: as panelas dos sapatos da Cinderela / Marilyn, as rendas de bilros e outras rendas e bordados portugueses, os "Corações Independentes" do fado, da filigrana portuguesa e das colheres de plástico e ainda com a sua conterrânea, que ora lhes entra pela porta da frente, pelo grande esplendor do Palais, exuberante, irónica, contestatária, espalhafatosa... rica? 

Mas, se calhar, nem sequer lá vão... talvez não saibam de nada... talvez só entendam de tachos e de panelas e de rendas de bilros e de bilras ( birras?) e de corações muitíssimo dependentes...

Apesar das críticas que frequentemente se fazem em Portugal a esta artista, acusando-a, sobretudo, de ser a artista do regime, um regime acéfalo, e sem discordar, necessariamente, dessas formulações, constata-se que é preciso ter muita garra para fazer o que se vê na foto.

Ver aqui página da artista

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Génios e / ou miseráveis... quantos não haverá por esse mundo fora?




Isto aconteceu nos Estados Unidos. Uma criatura que tocava no metro ganhou 36 cêntimos que lhe foram dados por almas caridosas... não demasiado.
Tratava-se, na verdade de uma performance. O músico não era pobre. Era mesmo tão famoso, que os bilhetes para o seu espetáculo custavam, no mínimo, 100 dólares. Já agora, o violino que usava custou três  milhões e quinhentos mil dólares, mas esses pormenores de dólares para aqui e para ali, só interessm aos americanos dos estados unidos. Creio que os europeus não precisam de ler números para entender.
E esta, heim?



E Joshua Bell interpretando Fauré, um dos meus compositores favoritos.



quarta-feira, novembro 30, 2011

Fil Arte Lisboa - continuação



Da última vez que postei aqui sobre este tema, prometi que voltaria. Substituí algumas fotos nos posts anteriores, estavam um nadinha tortas, ou assim, e acrescento algumas neste.
Voltei à Feira depois disso. Havia muito menos gente. Descobri obras que me tinham passado despercebidas. E que aqui vão. É questão de clicar nos links que vos interessarem, ao fundo da mensagem. Aparecem todos seguidos, no écran. [Ai, há gente que ainda não sabe ver blogues!].

Quanto à do tema central, Mabel Poblet, artista cubana, só não comprei, com pena minha, uma das suas peças, que me agradou muitíssimo, porque é feita de um material muito perecível. Películas de plástico... pregadas com pequenas taxas. E sem nada a tapar, que é a técnica utilizada por esta artista. Como sou um Nadinha trapalhona, não me vejo a espanar, espadanar, etc... a obra...  e a minha mulher a dias não será, talvez, a pessoa indicada para o fazer, acho eu...
Enfim, a peça era esta na imagem acima. A foto incluída é o auto retrato da autora.
(Nunca entendi como se conservam certas obras modernas contemporâneas. Muitas. Muitíssimas.)

Enfim, vejamos o que mais descobri de interessante. Não sei até que ponto os blogues têm o direito de postar fotos de obras, mas alguns artistas têm-me agradecido por as divulgar. É algo que fica na net. Que pode ser visto em todo o mundo... Se eu morresse agora, ninguém poderia alterar nada disto. Mas eu não estou morredoira. 
Felizmente. Acho eu. E podem pedir-me que apague. 


Enfim, este blogue vai fazer 6 anos em 1 de Janeiro. Postei muitas obras de arte, muitas críticas à situação política e outra, mas até agora não tive nenhum desentendimento com ninguém, além de ter recebido muitos agradecimentos. 


Um post como este pode não interessar hoje a ninguém e interessar amanhã a muita gente, etc...

sábado, novembro 26, 2011

Fil Arte Lisboa






Também muitas pessoas, incluindo eu, apreciaram a obra desta autora espanhola, que vai do fantástico ao fantasmático, ao mitilógico, à crítica irónica. Descubro sempre um autor novo que me agrada, agora foi esta. Amanhã tiro fotos melhores. 
Na Galeria Trindade, simpática Galeria do Porto.

Fil Arte Lisboa 2011




Ou talvez esta chame mais a atenção, por ser enorme, estar logo à entrada e, aparentemente, estar ainda inacabada. Em construção. Permanente?
De Pedro Zamith, intitulada"Urbicanda".
Apetece dizer assim: - "Chegue-se para lá! Dê-me um pincel! Também quero pintar a parede!" (A manta?)



Esta, sobre a condição feminina, também tem muita graça, acentuada pelo título, que segue em imagem.  
De facto, como havemos de nos vestir, nós, as mulheres, se não há grande coisa por onde escolher? Acabamos por andar todas de igual. Fardadas, digamos assim. Camufladas?

Fil Arte Lisboa 2011



Há muitas sobre a condição feminina, como esta de Cecília Paredes. O nome da autora será simmbólico? :)

Fil Arte Lisboa 2011









Ou estes, de Fátima Mendonça, também sobre a condição feminina, em que a mulher se disfarça, metaforicamente, de vários animais. Como  a pintora explica, em princípio de página.
Havi asempre muita gente a ver isto.

Fil Arte Lisboa 2011







A Fil Arte Lisboa tem sempre uma ou outra obra que chama particularmente a atenção. Este ano não teve nenhuma muito extravagante, mas havia sempre muita gente a ver esta, de Mabel Poblet.
Olhando de longe, parece feita de mosaicos, mas vendo de perto, constata-se que é constituída por pequenas películas fotográficas, com esta foto.
Pormenor: é o retrato da mulher do fotógrafo Alberto Korda, muito conhecido pelo famoso retrato de Che Guevara. É constituído  por retratos do próprio fotógrafo...


Mabel Poblet tem 25 anos e uma carreira ascensional.