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segunda-feira, outubro 22, 2018

Trilemas de investidor da Bolsa e os conselhos da Fitch, tão queridinha que até nos tirou do lixo

Tenho fundos de investimento no BPI Brasil e acontece-me agora o que acontece sempre quando há eleições: se ganhar a direita, o mercado de capitais sobe, se ganhar a esquerda, desce. 

Desde que comprei estes fundos, há uns anos, estive sempre perder, mas esta semana subiram a pique. Tenciono ver na quinta feira se já estou com lucros e nesse caso dou ordem de venda, a venda só acontecerá na sexta. Se ganhar Bolsonaro, o mercado estabiliza, se ganhar Haddad o mercado cai. 

Tenho sempre estes "dilemas", pois gosto de investir na bolsa. LOL. 


Mais do que dilemas, são mesmo "trilemas" ou até mesmo "quadrilemas": neste caso, prefiro, mil vezes, perder!!!


Afinal de contas, a Fitch acaba de nos tirar do lixo (OBRIGADA FITCH, TIRASTE-NOS DO LIXO, MAS TU ÉS O PIOR LIXO QUE EXISTE!!!), mas, queridinha como é, propagandeia o voto em Bolsonaro.

Parabéns, Fitch!!! Os que vão morrer te saúdam!

(Estes factos foram narrados por uma amiga da Nadinha, claro!)

terça-feira, novembro 15, 2016

Quando os jornais da direita (todos) dão notícias destas, depois de terem engolido ziliões de sapos....

Todos so jornais estão  dar esta informação, porque não podem ocultá-la, mas logo a seguir os jornalistas dão opiniões muito pessoais.
Que bom! A economia cresceu! Ou mau? Era melhor um terramoto, desde que fosse de esquerda?

"Foi anunciado esta terça-feira que o Produto Interno Bruto português cresceu 0,8% no terceiro trimestre deste ano. A notícia é boa? É. Foi o maior crescimento da zona euro e, como explica o João Silvestre, por este caminho será ultrapassada a meta que o Governo tinha estabelecido para este ano. "
Expresso

ou

"O produto interno bruto (PIB) português cresceu 1,6% no terceiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2015 e 0,8% face ao trimestre anterior. Ambos os valores são surpreendentes e ficam muito acima da projecção média dos economistas contactados pela Bloomberg e das instituições portuguesas contactadas ontem pela Agência Lusa (média de 0,9% em termos homólogos e 0,3% em cadeia)."



domingo, julho 17, 2016

Mas nem tudo é mau, neste cantinho da Europa onde os romanos demoram chegar



Vejam: 

Portugal à beira de ficar rico

Portugal é já o quinto produtor mundial de lítio, e a procura desta matéria-primapara baterias de carros eléctricos vai quadruplicar


Esperemos que os terços rezados pelo Presidente da República Marcelo não resultem só para medalhas desportivas. 

Se Portugal ficar rico, então sim, vamos todos Fátima. A pé, em pé, a cantar, a dançar, etc.

Afinal, talvez o nosso problema fosse sermos incréus.

sábado, julho 12, 2014

Espíritos Santos treinam para pobres "a brincar aos pobrezinhos"

Depois de termos sido tão sacrificados, quase todos os portugueses, com a crise iniciada com as fraudes do BPN, temos ainda de assistir à crise desencadeada pelas fraudes do Banco Espírito Santo e família Espírito Santo, aquela que andava, há uns anos, "a brincar aos pobrezinhos". E que está agora à beira da falência. 
Que, ao menos, lhes tenha servido o treino para alguma coisa.


A nós é que o treino não nos serviu de coisa nenhuma: após termos visto a idade da reforma a aumentar mais do que o razoável e as reformas a baixarem, vemos agora esses senhores que levaram um grupo económico à falência  a reformarem-se ganhando milhões. Dado que, por causa  da austeridade, o governo de Passos Coelho diminuiu a reforma de todos, incluindo a dos pobres e recusou-se a estabelecer um teto máximo para as reformas escandalosamente altas. Sendo assim, vemos notícias como estas:


Ricardo Salgado vai receber reforma de 900 mil euros por ano


Manuel Pinho negoceia reforma de 3,5 milhões com o grupo Espírito Santo


Isto se não forem parar à cadeia, claro. Ou mesmo que vão?

É caso para perguntar se o Brasil aprendeu alguma coisa de política com a estrondosa derrota no futebol frente à Alemanha e se os portugueses aprenderam alguma coisa de política com o nível de vida que têm perdido.

Mas há sinais de mudança, no paradigma económico português. Parece que o Estado não vai intervencionar, levando o seu capitalismo selvagem até ao extremo de abandonar os ricos capitalistas.

No artigo do Expresso, "A maior falência de sempre", Pedro Santos Guerreiro afirma: "Mas se superarem a crise, Portugal terá tido a maior transformação da economia em décadas. Não foi a Troika. [...] Mas a queda do grupo Espírito Santo e da aristocracia satélite". 






quarta-feira, julho 31, 2013

Andamos todos a brincar aos pobrezinhos

Esta frase "brincar aos pobrezinhos" veio mesmo a  propósito da situação de crise que o país atravessa.

Quando a li no Expresso, em caixa, não percebi o que queria dizer, mas parece-me que ninguém percebeu: uma  filha-família queque diz que passa férias na Comporta, a "brincar aos pobrezinhos".

Por aqui se vê como as nossas elites são... completem com  palavra que acharem bem.

E no sábado vai haver uma invasão da Comporta por um bando de "pobrezinhos" arrebanhados à pressa no Facebook. Está tudo doido.

Coloco aqui um link para uma crónica interessante sobre este tema, que diz isto:

" Para [Warren] Buffet, o direito de herança que faz dos filhos dos ricos ricos e dos pobres pobres significa querer ganhar os Jogos Olímpicos de amanhã com os descendentes da equipa dos jogos de há 40 anos."

"Talvez por isso, Warren Buffett assumiu, numa entrevista a CNN, que "há guerra de classes, com certeza, mas é a minha classe, a classe rica, que está a fazer a guerra, e estamos a ganhá-la". Recordou ainda que só paga 17% de impostos, enquanto os seus empregados pagam 33% ou 41%."



Conclusão: enquanto decorre a luta de classes referida por Warren Buffett, não apenas rico mas uma das pessoas mais poderosas do mundo, uma luta de classes que nos passa despercebida, nós andamos todos a brincar aos pobrezinhos e um dia paramos de brincar e acordamos... pobrezinhos. Ou já somos?

sexta-feira, julho 26, 2013

Está tudo mal, mas é melhor não mudar nada

É claro que há muita coisa errada na nossa economia, no nosso trabalho e em tudo, mas ninguém quer mudar nada.

Está tudo mal, mas é melhor não mudar nada, porque pode ficar ainda pior.

VALE MUITO A PENA LER ESTA ENTREVISTA DO EXPRESSO DE AMANHÃ

“Se recorremos a contratos semestrais é porque não sabemos recrutar”

Citações:

"Diz-se que o sucesso é quando a sorte aparece para quem está preparado. E eu sinto que grande parte das pessoas não estão preparadas para aproveitar a sorte."


"Muitas organizações portuguesas não sabem como atrair e lidar com o talento. Isto tem um reflexo típico na legislação laboral nacional."


"Como é que se ganha essa capacidade de produzir mais?
Não é aumentando horas de trabalho. Os gregos trabalham mais 200 horas que nós. Alargar o horário de trabalho não vai produzir nenhuma melhoria. Ironicamente, acho que o Estado deveria aumentar os feriados. Tenho certeza que aumentando 10 feriados por ano no país, a produtividade aumenta."


sexta-feira, abril 12, 2013

«Mas nós estamos entregues a loucos?!»

Não tenho postado nada por falta de tempo e por sucessão vertiginosa dos acontecimentos políticos, das ameaças do governo, dos protestos para a sua demissão. O que irá sair daqui?

Constança Cunha e Sá, nesta entrevista televisiva, faz a  pergunta em epígrafe e ainda:

quarta-feira, março 06, 2013

Polémica transatlântica: Comissão Europeia Versus Krugman

Não é preciso ser "Prémio Nobel da Economia", como o é Paul Krugman, para nos espantarmos com estas perguntas sem resposta. Pelo contrário. Senão, leiam isto:

“O que surpreende são homens que não sabem nem teoria nem a história de anteriores crises e que estão plenamente convencidos do que fazer na actual; e que a sua confiança nas suas receitas não tenha sido abalada pelo facto de se terem enganado sobre tudo até agora. E, claro, o que é ainda mais surpreendente é o facto de esses homens ainda estarem ao comando”. 
Paul Krugman

Mas a comissão Europeia reagiu mal e abriu polémica. Uma vez sem exemplo, por ter chamado Barata a Ohli Rehn. No post  “Baratas e comissários” do seu blogue. A polémica está para durar. Será que "da discussão nasce a luz"?

sábado, fevereiro 16, 2013

Vinhos... por exemplo... Poeira






Salazar dizia que "beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses". É uma das poucas frases acertadas que disse esse atraso de vida. 

Nesse tempo era um vinho carrascão, pois não havia investimento na qualidade, na agricultura nem na enologia, a não ser da parte dos ingleses.

Muitos anos passados, o vinho é um dos setores económicos que mais rendem ao país, em parte devido ao esforço de algumas pessoas.

As notícias são sempre ótimas.

E também é giro ser contrário ao atual puritanismo. Que é contra o álcool. Nem Cristo, nem a conservadora igreja católica eram tão puritanos. Não sabe beber? Não beba, mas não culpe os bons vinhos de o seduzirem para além do possível. ("Quem não tem dinheiro não tem vícios" (ditado popular, etc.))

E é uma questão de bom gosto.

Por exemplo, o Vinho Poeira, inventado por Jorge Nobre Moreira, na foto, tem-se revelado uma agradável e requintada surpresa.

Como se pode ver pelos muitos elogios que tem recebido. 




segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Então e nós? Vamos desculpar? E pagar?

EUA vão apresentar queixa contra agência S&ampoor

Isto era algo que não se compreendia! Como é que as agências de rating, que são responsáveis pela crise mundial, por terem falhado rotundamente a avaliação, rating, do subprime, têm ainda o direito de pôr e dispor dos países, avaliando-os, cortando-lhes o crédito, etc...

Agora os EUA vão apresentar queixa. E nós, muito mais prejudicados, o que vamos fazer?



Vejo agora: "Os EUA reclamam, pelo menos, cinco mil milhões de dólares por perdas de investidores devido a produtos "deliberadamente inflacionados", em particular em termos de hipotecas".

Só cinco mil milhões???

Tudo Muda.


PAUL KRUGMAN


NÃO EXISTE EXATAMENTE UM NOBEL DA ECONOMIA, MAS SIM UM PRÉMIO QUE É CONSIDERADO COMO TAL E PAUL KRUGMAN GANHOU-O.
VER O QUE DIZ SOBRE AUSTERIDADE.

No Austerity Has Helped Any Economy


sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Camões e a Merkel

Camões diz claramente, no final de Os Lusíadas, que os alemães não devem mandar nos portugueses. E aconselha-nos a evitar que esta situação, em que estamos, possa acontecer.

Cada vez me espanto mais com o Tio Luís, que previu quase tudo...

Vejam, diz ele:
Nem alemães, incluindo a Merkel, nem os Galos, incluindo o Sarkozy e o Hollande, nem o Prodi, nem o Draghi, nem os ingreses, nenhum deveria mandar nos portugueses.




"Fazei, Senhor, que nunca os admirados


Alemães, Galos, Ítalos e Ingleses,


possam dizer que são para mandados,


mais que para mandar, os Portugueses.


Tradução para português: Fazei, Senhor, (Rei D. Sebastião), com que nunca os admirados Alemães, Franceses, Italianos e Ingleses possam dizer que os portugueses foram feitos para serem mandados, mais do que para mandarem.

Ou seja, nós deveríamos mandar no mundo, em vez de andarmos a ser mandados pela Troika.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

Aldeia Comunitária





Este vídeo mostra o que aconteceu na aldeia comunitária de Linhares.
Uma boa ideia, que poderia ser posta em comum, também noutros lugares do país.

Ideias criativas geradas pela crise.


quarta-feira, janeiro 23, 2013

Gandas Mulas! Isto são só anedotas

O Espanhol Carlos Mulas, co-autor do famigerado relatório do FMI, que põe e dispõe da sociedade portuguesa, do emprego, do trabalho, dos impostos, da miséria...  é hoje protagonista da seguinte notícia:

"Autor de relatório do FMI envolvido em escândalo por falsa identidade"

"Espanhol Carlos Mulas escrevia sob pseudónimo de Amy Martin e era pago a peso de ouro por Fundação do PSOE, da qual era diretor"

A Amy Martin seria uma mulher, especialista em tudo.

São só anedotas. Sem graça nenhuma. Estamos bem entregues! A esta escumalha internacional, sem escrúpulos!

sexta-feira, janeiro 18, 2013

AUSTERIDADE? PARA QUEM? PARA QUÊ?

Andamos todos um nadinha azuratados com esta coisa de nos roubarem o nosso dinheiro de todas as maneiras possíveis e de ainda acharem que a culpa é nossa e de ainda irem ostentar a sua grande riqueza, de estranha proveniência, os nossos políticos...

Se calhar a austeridade tem de ser, PORQUE diz o FMI, PORQUE diz não sei quem...

Aqui vão algumas opiniões contra a austeridade de pessoas entendidas na matéria. CLICAR POR CIMA DOS TÍTULOS.

Co-autor do estudo do FMI diz que austeridade não é o caminho



Estudo do FMI foi «um frete feito ao Governo», diz Freitas do Amaral


Jorge Sampaio: não se reforma um Estado "para inglês ver”






domingo, janeiro 13, 2013

O Povo Will Survive! As Marias Antonietas é que morrem cedo.

Vamos iniciar mais uma semana, em que os políticos, numa espantosa inversão de valores (a favor da  sinceridade) e com a coragem que é própria dos serial killers, vão prometer tirar-nos:
Saúde, Trabalho e Dinheiro. (Amor?)


Prometerão tirar-nos o emprego, o direito à reforma, substituindo-a pelo desemprego, o dinheiro, etc.

Também vamos ouvir casos espantosos e nunca vistos, como o perdão da dívida do Duarte Lima, e de outros políticos, aos quais não é possível penhorar os bens, já que os puseram em nome de outras pessoas. Casos espantosos como o das políticas que se reformaram ou vão reformar aos 40 e poucos anos.

Mas o povo sobrevive. Quem não sobrevive são as Marias Antonietas.

Alguém, recentemente, criticou o anarquismo, acusando-o de ser contra todas as  formas de poder?

segunda-feira, janeiro 07, 2013

sábado, janeiro 05, 2013

Caso BPN



Aqui está uma reportagem que talvez nos esclareça.
Porque é que os bens destas pessoas não são penhorados para pagar as dívidas?

quinta-feira, dezembro 06, 2012

Nós somos tão queridos!

Nós somos tão queridos, que até achamos normal alguém enriquecer, ou viver melhor do que nós, por fugir ao fisco, enquanto nós pagamos até ao último cêntimo... 

É o caso desta notícia, do jornal de negócios. Clicar:

Impostos fugidos ao Fisco dariam para pagar 60% da Saúde


Eu, ter de pagar mais para ser tratada num hospital? Eu, ficar sem tratamento por falta de verbas? 

Isso não é nada, o importante é que eu sou boa camarada e não faço queixa daquele tipo que, contratado em julho para me consertar o telhado no verão, foi adiando, adiando, e me respondeu em novembro, após as primeiras chuvas: 

- Procure outra pessoa. Eu ainda tenho telhados em aberto e vai chover torrencialmente no próximo fim de semana!

Ao ouvir os meus argumentos, respondeu:

- Você está-me a ofender! Eu sou um homem de palavra, ouviu? Você não tem um único papel assinado por mim, ouviu? - Numa estranha confusão entre a palavra da honra e a  palavra escrita.

Confesso que não fiz queixa, acho que tive pena, ou assim, ou que me dava muito trabalho, ou assim e além disso, ninguém faz queixa de ninguém, nesta maravilhosa terra de "brandos costumes", em que só se safa quem não tem costumes brandos. Quanto a pagar impostos, ele não paga.

Impostos são papeis e ele não assina papeis.

Os impostos aumentaram? No problem para aqueles, muitos, que não pagam impostos. Quase um quarto da população (23%).

Os brandos costumes de uns repousam sobre a ausência de escrúpulos dos outros.

Delicadeza? Medo? Costumes brandos?

Estupidez? Ingenuidade? Palermice?