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sábado, abril 13, 2019

Os Arquivos do Planeta




Rio de Janeiro



Família indiana, perto de Agra


Índia, Bombaim



Paris


Funchal

Há cerca de 100 anos, um milionário francês chamado Albert Kahn (Clicar no nome) decidiu fotografar o mundo inteiro, à sua custa. O mais interessante é que o fez a cores, numa época em que cor ainda não era usada na fotografia. Captou cores muito intensas e situações muito invulgares, mostrando a variedade do mundo, enfim, "o espantoso esplendor do mundo" (citação de Sophia).
Pretendia registar a atividade humana, que, na sua opinião, iria desaparecer com o tempo.
Estamos habituados a só vermos fotos desse tempo a preto e branco...

LINK para os Arquivos do Planeta (em inglês)
Link para informação genérica (em inglês)

sábado, abril 01, 2017

Picnick na arte e na fotografia



Muito interessante este artigo sobre o picnic na arte. 
Partilho.


http://www.npr.org/sections/thesalt/2015/04/24/400184632/sexy-simple-satirical-300-years-of-picnics-in-art

terça-feira, março 15, 2016

Olhos nos Olhos





Exposição Fotográfica de Monteiro Gil. "Olhos nos Olhos".
Esteve na Galeria Diferença, com fotos de Moçambique.
Como o nome indica, mostra-nos uma visão que procura entra na intimidade dos retratados, procurando colocar-nos imaginariamente no seu lugar.



domingo, maio 10, 2015

"Vou nada menos que a Santarém"







Com esta frase, "Vou, nada menos, que a Santarém", Garrett inicia o seu livro Viagens na Minha Terra. Título muito apropriado para este post do blogue. Como o blogue fala de muitas viagens a locais distantes, destacamos as "Viagens na Minha Terra", por exemplo, até Santarém.

Bela terra. Nos último asnos tem havido, em Portugal e no mundo um investimento na estética, na limpeza, na higiene e no restauro. O resultado é que, hoje em dia, é tudo mil vezes mais bonito do que era há 20 anos, por exemplo.

Fui ontem a Santarém. A cidade está hoje muito mais bela do que nunca. Este primeiro post mostra algumas fotos, outras haverá.

Fotos: Convento de São Francisco em Santarém. Destruído e reconstruído, com um rosácea completamente inventada e construída a partir do zero, no Sec. XXI, é de surpreender a preparação do interior da igreja apara o banquete de uma empresa.
E as andorinhas, que sempre no surpreendem, nos claustros. Ampliar a últim adoto.

Continua...

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Exposição no Museu da Eletricidade: 7000 milhões de outros


A autor desta exposição de fotografia estava a fazer fotos para "A Terra Vista Do Espaço", exposição também muito conhecida, quando uma avaria de um avião o obrigou a ficar parado, em terra. Meteu conversa com um senhor e achou a conversa tão interessante, que decidiu filmar pessoas de diferentes países, respondendo a certas perguntas, de certa forma essenciais. 
Sobre o medo, sobre a família, sobre a espiritualidade...
Apresento aqui algumas imagens, da forma que me parece prioritária.
quanto às perguntas, difíceis, mas interessantes...


Tenho medo...
Tenho medo do meu marido.
Tenho medo que ele me espanque até à morte.





Família





7000 Milhões de outros






Por onde se conclui que as pessoas são diferentes, dependendo das circunstâncias.
Os medos dependem das circunstâncias, a felicidade não.
A alegria não.


As principais diferenças até parecem se: homem / mulher, pobreza / riqueza 

Exposição para ver, com tempo e disposição.





As perguntas principais





quarta-feira, outubro 29, 2014

Antes quebrar que torcer. Antes abraçar que desistir






Aprendamos a mensagem que esta árvore nos ensina. Abraçando a paisagem, talvez amando o mundo que abarca com os seus ramos, de pé, ainda que fendida pelo meio, transformada em duas.


Quantas vezes não evitámos abraçar os outros, o mundo, no receio de sermos fendidos em duas, em dois?

Ao contrário desta árvore, cujos ramos se abrem e fecham, sistólicos, partidos, em forma de coração.


sábado, maio 25, 2013

Principesco Príncipe Real












Na Praça do Príncipe Real, em Lisboa, nesta Primavera, passam-se esplendorosas manhãs.

Todos os sábados se realiza a Feira Biológica, já aqui muitas vezes referida.

Uma vez por mês, no quarto ou talvez no último sábado de cada mês, há também um mercadinho, uma feirinha de bric-à-brac.

E, por entre as maravilhosas e centenárias árvores do jardim, uma foi escolhida para um fim engraçado: quem quiser pode fazer propostas à Câmara de Lisboa e dependurá-las na árvore. 

Todas as que li, diziam o mesmo: pediam a abertura do Jardim Botânico. Reabertura, talvez.

quinta-feira, março 28, 2013

Portugal transformado em país - lago







Numa viagem (de comboio) pelo país, constata-se que está completamente alagado. Autêntico lago.
Podemos ter falta de muita coisa, mas de água, não.

Bom, parece que Portugal até tem mais água do que a maioria dos países... esperemos que a água não seja privatizada e exportada para quem der mais...
Mas, ainda dentro do comboio...

- Olhe, ele disse que nós agora vamos parar na Coimbra Velha, não foi?
- Não, ele disse Coimbra B
- Mas é a mesma coisa, não é?
- Não, creio que não. Coimbra B é... acho que deve ser... bem,  não percebo o que a senhora quer dizer,
-  B de Beilha, não é?
- Ah, claro. B de Beilha. Ok.

A uma senhora, fortuita companheira  de viagem, que teve 10 irmãos vivos ( já só seis vivos, os homens a viver na América) e 4 que pereceram em crianças, vale a pena explicar que velha se escreve com V? Que Coimbra v não é coimbra b, ou melhor, que coimbra b... forget!