terça-feira, outubro 16, 2007

Fátima (Continuação)

De facto, o fenómeno do culto de Fátima surgiu à revelia, não só do poder político, mas também da própria Igreja, no princípio. E manteve um certo cunho familiar ou até íntimo: uma pequena e simples imagem, a que os crentes chamam alto e bom som mãe, como se estivessem a falar com a própria mãe...

O novo templo devolve aos crentes a dimensão de formigas perante aquelas portas imensíssimas que traduzem a magnificência de Deus. O Deus das barbas e não o Cristo fraterno, que os colocaria lado a lado.

Na Idade Média a Igreja Católica promoveu o culto Mariano como forma de valoriozar o feminino. Não o faz agora, porquê? Porque já não é necessário valorizar o feminino?

É verdade que o anterior Papa tinha o culto de Fátima, mas tirar Fátima a Fátima é dar "uma no cravo e outra na fewrradura".
É por essas e por outras que aparecem as Santas das Ladeiras...

5 comentários:

Anónimo disse...

Já ouvi comentários de pessoas que foram a Fátima e não gostaram nada nem do novo templo e muito menos das imagens de Cristo.
Realmente um deles parece o "Homem de Neanderthal" o outro parece um fósforo.

Intebe

Nádia Jururu disse...

LOL!
Um fósforo!
E até há quem diga que só tem uma perna!

maria disse...

Sabem o que choca sempre?? Os milhões que são gastos na construção desses templos, em contraponto com a pobreza de outros recursos essenciais.....

Miguel disse...

A criação de tais obras e uma representaçao, mais uma tentativa ate, da gloria de Deus. E se pensam que para tais obras a igreja da esse dinheiro em vez de ajudar os necessitados. pois so olham para o que a igreja tem, e nao para o que a igreja faz! Joao Paula II, salvo erro, disse: "Que se houver a necessidade, que a igreja de todos os bens aos que precisarem". E se tambem olham para os erros da Inquisaçao, este ja foram admitidos e devidamente entregue um pedido de desculpas. Alem do mais, se pensam que a igreja nao ajuda quem precisa, e porque nao olham devidamente, porque, muitos sao aqueles que entregam o seu tempo a quem preciso, muitos sao aqueles que criam obras que os outros limitam se a falar.

Nádia Jururu disse...

Ninguém falou na Inquisição nem eu falei dos pobres. Mas a Igreja não está isenta de crítica, pois não, miguel. Deus nos livre disso!