terça-feira, julho 21, 2009

Sugestão de férias no mar

Como todos vocês sabem, não gosto de praia, mas sou passada dos carretos pelo mar e por tudo o que sejam navegações.

Este ano há um cruzeiro da Pullmantur, chamado Jóias do Atlântico, que parte de Lisboa, num navio óptimo. Vai muita gente. Não é demasiado caro, dada a qualidade. Não digo que seja barato. Eu vou e uma pessoa, visistante deste blogue, também vai, a 16 de Agosto.

Aquilo é como passarmos uma semana numa pequena aldeia, morando em casas separadas: encontramo-nos quando queremos, separamo-nos quando queremos. Ou em Marrocos, ou em Lanzarote. Mas se houver algo que desejem esconder de todo o mundo, é melhor não irem.

Se quiserem ir, já sabem, é escolher essa data. Talvez haja promoções last minut. E lá vamos pelo mar fora.

Digo isto aqui, porque às vezes há pessoas que não vão a lado nenhum por não encontrarem companhia: a companhia existe mas quer ir para outro sítio, a companhia existe mas é uma praga, a companhia nem existe, são todos umas pragas... nos cruzeiros vê-se muita gente sozinha.
Enfim, quando chegarem lá, procurem a Nadinha, ou enviem uma mensagem para aqui. Nos navios há Internet quando estão perto da terra.
Enfim, até hoje ainda não me apareceu aqui nenhum doido insuportável... apareceram só malucos simpáticos... LOL

7 comentários:

Anónimo disse...

Eu vou!! :-))))

E no barco ando sempre com ar feliz, não é?

Maria

Denise disse...

Nádia,
Fiquei muito feliz com sua visita e seu comentário em meu blog, honrada mesmo. Obrigada.
Adorei conhecer sua escrita, e vou me enfronhando por aqui devagarinho agora que conheci o caminho.
Respondi as questões sobre saravá e perereca naquele post.
Carinho brasileiro, e desejo de uma boa semana,
Denise.

Nádia Jururu disse...

Como vêem pelos smileys, de facto a Maria, no mar, anda sempre com um sorriso de quem não está neste mundo, mesmo que todo o mundo esteja enjoado, que ande tudo a cair ao chão incluindo as garrafas do bar a partirem-se (confesso que ainda não tive essa experiência, mas ela teve)os livros da biblioteca a cairem das estantes, os camionistas do porto Marrocos a fazerem um buzinão insuportável...todo o mundo a morrer de medo...
Julgo que, se um dia der de caras com um tubarão vai sorrir para ele e dizer assim:
- Bichinho lindo! Pussy Cat!
Estou a exagerar um nadinha.
Eu mesma também nem pareço a mesma...

Nádia Jururu disse...

Ah, não tinha visto o comentário da Denise.
Sabem o que é uma Perereca? eu também não, claro, mas vou lá ver.
Cliquem em Denise nos comentários deste post.
muito giro.

Anónimo disse...

Fez uma descrição engraçada da minha pessoa em mar alto... Ainda me ri! Acho que todos nós estamos mais descontraídos.

No último cruzeiro que fiz, alguém dizia: "Se está aqui há 2 dias, somos da família!" (essa pessoa não tinha saído do barco e vinha do cruzeiro anterior..).Este comentário, que eu nunca mais vou esquecer, revela bem o espírito com que muita gente embarca: uma espécie de microcosmos que reproduz, duma maneira "eufórica" e positiva, os nossos comportamentos cá fora.

Mas, se visse um tubarão na frente, isso seria muito mau sinal para todos nós!!!

Maria

Nádia Jururu disse...

A própria viagem, seja por mar ou de outra maneira, aproxima as pessoas, ao ponto de, poucas horas depois, já serem rostos familiares. Acontecia nos comboios quando eram lentos, acontece nas longas viagens de avião e, claro, nas longas viagens por mar.
Ao isolar o indivíduo, a viagem leva-o a estabelecer afinidades. E familiaridades. Tenho várias experiências desse género... até muito com pessoas espanholas.

C.M. disse...

Então... resta-me desejar-lhe "boas" companhias para o cruzeiro!