domingo, setembro 24, 2017

Relatório sobre Tancos, inventado pelo expresso a tempo das eleições

Então o jornal Expresso agora inventa relatórios sobre Tancos que não existem, para influenciar as eleições? Isto é que é jornalismo, para um jornal tão caro?


Quem são estes idiotas, incluindo a autora destas linhas, que ainda compram jornais, quando seria mais sensato e equitativo investir em revistas do coração. 
Ou ver televisão, ou algo assim.


Ou deixar de gastar dinheiro com jornais, revistas, livros...

Que parolagem, como dizia o meu avô!!!

Referendo da Catalunha

E também já se percebeu isto: a opinião pública portuguesa está contra o referendo da Catalunha pela independência, porque os jornalistas portugueses fazem campanha contra ela.
Porquê? Fácil:
Porque os partidos que defendem o referendo são do centro esquerda.
É a mesma guerra que fizeram contra a Geringonça, o Cyriza, etc. E o Cyriza caiu mesmo.
Só venceu a Geringonça, embora com este nome depreciativo, que só lhe fica bem.


É a guerra do poder dos media de direita contra a oposição. De esquerda, claro.

Não sei se vocês sabem que, em 1640, Portugal conseguiu libertar-se dos Filipes, graças à Catalunha, que também reivindicava a independência, já nessa altura. Os Filipes tiveram de optar, ou conservavam Portugal ou conservavam a Catalunha e optaram, desviando para lá o grosso das tropas.

Vocês não sabiam disso, pois não?
E porque será que não sabiam?????
Quem preza liberdade, nunca tem dúvidas.

quinta-feira, setembro 21, 2017

"Pai Filho Espirito Santo, foge bicho pr'àquele canto!".


Uma amiga madeirense conta que, quando o cruzeiro gay chegou à Madeira, gerando grande agitação, muitas pessoas madeirenses ficaram chocadas, mas uma senhora reagiu assim, para citar mas palavras da minha amiga Valéria Mendez: 

"O mais cómico foi uma triste mulher que, ao ver as manifestações de carinho de dois dos viajantes, olhou para eles, benzeu-se três vezes e disse: "Pai Filho Espirito Santo, foge bicho pr'àquele canto!".



Curiosa oração! Será que resulta para ratos?



Aqui em Lisboa há muitos, uma praga de ratos, da qual não se fala, bem como uma praga de baratas, da qual muito menos se fala.


Era bom que os políticos agissem, ou prometessem qualquer coisa, mas não têm feito nada, que se saiba, a esse respeito. Até porque é impopular lutar contra animaizinhos.

Vou recomendar uma oração coletiva à Catarina Martins: 
"Pai Filho Espirito Santo, foge bicho pr'àquele canto!". 

E manifestação coletiva, claro.

Quanto ao Medina, se soubesse esta milagrosa oração, já teria resolvido o problema.
Há bués!

quarta-feira, setembro 13, 2017

"A beleza que não morre"? Talvez Zahra Khanom Tadj es-Saltaneh












O Facebook tem partilhado umas fotos antigas de uma mulher de aparência árabe que qualquer um de nós consideraria muito feia, em poses de grande vedeta, sendo claro que, tanto a fotografada como o fotógrafo a consideram uma beldade.

Creio que já vi estas f
otos atribuídas a outra mulher e parece mais provável eu se trate de alguma meretriz.

As fotos têm sido atribuídas a uma princesa da dinastia Qajair, precursora dos direitos das mulheres muçulmanas, pintora e escritora, a primeira a usar roupas ocidentais, Zahra Khanom Tadj es-Saltaneh. foi casada e divorciou-se, teve 4 filhos e foi a musa do poeta poeta Aref Qazvini, sendo ela também poetisa.

Talvez seja ela, talvez não, mas aqui fica a minha homenagem a essa princesa e o meu testemunho de como vai variando o conceito de beleza, no tempo e no espaço.



sábado, setembro 09, 2017

Fado

O nosso sentimento português de ausência, ou a nossa saudade vem da distância marítima, das grandes viagens nas imensas lonjuras oceânicas. 
Do sonho de atravessar a aventura dos mares para mais tarde desejar regressar para sempre à velha casa em ruínas. A ânsia do retorno impossível a um tempo perdido e ao espaço abandonado, na companhia de pessoas que já não existem.
Porque a vida é uma viagem em que constantemente nos despedimos de umas pessoas para, mais adiante, encontrarmos outras. Mesmo quando não há viagem, mas apenas passagem das horas. 
Mas nem todos se conformam com isso. E talvez o fado não seja conformista porque reclama contra o irreclamável. O destino. O Fatum.

(Excerto copiado de anterior texto deste blogue - autora: Nadinha)


sexta-feira, setembro 08, 2017

Salmo 137: By the Rivers of Babylon ( with lyrics)






Já todos nós, sem o saber,dançamos este salmo da Bíblia. Canção cristã Rastafariana, da Jamaica.


Letra do Salmo 137

Salmos 137
1 Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião.
2 Ali, nos salgueiros penduramos as nossas harpas;
3 ali os nossos captores pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções alegres, dizendo: "Cantem para nós uma das canções de Sião! "
4 Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa terra estrangeira?
Apenas se encontra aqui a parte cantada do salmo 137.



Também Camões escreveu sobre o tema, Babel e Sião
Sôbolos rios que vão

Sôbolos rios que vão
por Babilónia, me achei,
Onde sentado chorei
as lembranças de Sião
e quanto nela passei.
Ali, o rio corrente
de meus olhos foi manado,
e, tudo bem comparado,
Babilónia ao mal presente,
Sião ao tempo passado.
 

Etc.

quarta-feira, setembro 06, 2017

O mundo não precisa de mais do mesmo

O prestigiado jornal francês L'Express publicou uma notícia com o título que traduzimos:

“Portugal: o fim da política de austeridade levou a um milagre económico.”

Entre outras coisas, é afirmada esta:

"Em menos de 12 meses, o estatuto de Portugal evoluiu de "criança problema da Europa" para "solução da Europa" e isto com um governo minoritário socialista [...] etc."
Ler no original, aqui:

Portugal : La fin de la politique d’austérité a mené à un miracle économique

Francisco e os muçulmanos

Grande desilusão foi a Nobel da paz, Aung Su Kyi, por quem muitos lutamos quando estava em prisão domiciliária, e que agora promove um genocídio de muçulmanos birmaneses.

Mas Francisco não desilude, defendendo o direito dos muçulmanos birmaneses a viverem a sua fé.

VER AQUI

Pope Francis defends right of Burma’s Rohingya Muslims to ‘live their faith’

Bem vestida, ou mal amanhada e em farrapos? Ou esfarrapada pelascircunstâncias. Eis a questão.

Para as férias que fiz no norte, levei só alguns calções e apenas umas jeans, que rasguei pelo caminho, acidentalmente.
Continuei a usá-las, claro. Longe de me chamarem pobre e farrapona, como chamariam há anos, toda a gente acha que eu estou na última moda e na crista da onda.
No regresso a Lisboa, como sabem, houve um acidente com o autocarro onde seguia, só agora vejo que tenho as pernas verdes, com "negras", embora me doam um nadinha. 
Mas tive de explicar aos outros passageiros que não rasguei as calças no acidente, pois estávamos preocupados uns com os outros. Nem as comprei já rasgadas. Difícil de entender... Mesmo falando outras línguas... LOL.

sábado, setembro 02, 2017

Conversa de surdos:


- Há aqui gente que não está nada ferida e esta senhora, que é tão boa pessoa, você nem imagina como ela é boa pessoa... Porque é que uma pessoa tão boa ficou ferida e outros que não são tão bons ficaram incólumes?
- Porque não pôs o cinto de segurança.